TV na Nuvem

 

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O que é “A Nuvem” – termo tão comum em tecnologia, mas que pode não ser claro para

 

O Cloud Computing é uma tecnologia que permite acesso remoto a programas (softwares) e a execução de diferentes tipos de tarefas pela Internet. Assim, o que era tendência e hoje é realidade propõe o abandono da instalação de aplicativos nos dispositivos eletrônicos e a adesão ao armazenamento de dados em uma rede e não mais em um computador específico.

 

Uma de suas vantagens é o melhor aproveitamento dos investimentos em hardware. Como a parte mais pesada do processamento fica na “nuvem”, o usuário pre­cisa apenas de um navegador e uma boa conexão à internet para utilizar o serviço.

 

Outra vantagem é a elasticidade. Se for necessário mais ou menos espaço para armazenamento, basta solicitar um upgrade, sem precisar da troca dos equipamentos.

 

Um bom exemplo de cloud computing são os serviços doDropbox, Google Music, iCloud e Google Docs, onde os usuários podem criar e editar documentos online, sincronizar músicas e arquivos ao mesmo tempo. Para usar o serviço, basta abrir o navegador de Internet e acessar o endereço dos serviços escolhidos.

 

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Um dos fatos mais marcantes do Congresso da ABTA, que aconteceu no começo do mês em São Paulo, foi a apresentação da Comcast, maior operadora americana de TV por assinatura. Diante de centenas de profissionais do mercado brasileiro, Mark Muehl, vice-presidente da gigante, mostrou como funciona a plataforma X1, a primeira que oferece serviços e conteúdos de TV paga pela nuvem.

 

A TV do futuro estará bem longe de casa, ou seja, na nuvem. A plataforma X1 (que nos EUA é comercializada como Xfinity) propõe que você, como assinante, nem precisa ter um receptor ligado ao TV, como hoje. Todos os dados sobre os canais e seus programas, conteúdos para demanda, gravador, histórico, sites etc. etc. etc. ficarão armazenados na operadora, podendo ser acessados a qualquer momento pelo usuário autorizado, utilizando o aparelho que quiser (seu smartphone, por exemplo).

 

Em lojas dos EUA, já é possível encontrar televisores com a função Google Cast. Essa é a plataforma smart da Google, que dá acesso não apenas à internet mas a uma infinidade de serviços da empresa. Pode parecer banal, mas alguns desses aparelhos foram pensados para romper com um dos hábitos mais arraigados entre os consumidores: assistir aos canais de TV.

 

Na pratica, Google Cast é um “serviço na nuvem”, não algo que fique embutido no TV. E isso faz toda a diferença. O aparelho vai buscar os conteúdos no servidor Google, como se faz com qualquer dispositivo móvel. Só que seu processador é mais rápido e eficiente que o de um smartphone, por exemplo. É o caso dos novos TVs 4K da marca Vizio (foto), hoje uma das mais vendidas no mercado americano. Eles não têm controle remoto: vêm com um tablet que faz todo o serviço.

 

Pushing cloud computing button on touch screen solution ideas communication computer network

 

Uma das vantagens dessas configurações é que o TV deixa de ser um TV propriamente dito, transforma-se num monitor. Todo o acesso aos canais é feito pela web. No caso dos Vizio, não existe nem menu… Segundo o fabricante, isso libera o TV para cuidar “apenas” do trabalho de processar o sinal de vídeo. Por sinal, esses modelos são compatíveis com sinais 4K HDR (High Dynamic Range), que podem ser captados da internet ou de um player Blu-ray 4K.

 

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No Brasil, a Globo está ampliando o acesso a seus programas através do aplicativo Globo Play, atitude já adotada por várias grandes redes de televisão em outros países. Portanto, essa nova modalidade de televisor faz muito sentido. Como diria o astronauta, é só um primeiro passo para a televisão que teremos no futuro. Mas, que passo!

 

Fonte: Blog Orlando Barrozo

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